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                <rdf:li language = "">Por que gestão em sistemas e tecnologias de informação?</rdf:li>
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                <nombreindex>Antonio José Balloni</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Acher (CenPRA)/MCT</filiacion>
                <email>antonio.balloni@cti.gov.br</email>
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                <rdf:li language = "">No mundo globalizado a importância dos Sistemas de Informação (SI) e das Tecnologias de Informação (TI) se tornam cada vez mais relevantes frente as necessidades impostas pela concorrência. Tanto o conhecimento do negócio da empresa como um rápido fluxo de informação são fundamentais para a tomada de decisão. Considerando a definição básica de TI= hardware + software, i.é, ferramentas que se utilizam para criar, armazenar e difundir dados e informação na criação do conhecimento, pode-se definir SI=TI + Pessoas + Procedimentos que coletam, transformam e disseminam a informação para apoiar a tomada de decisão, coordenação, controle, análise e visualização na organização,  tornando implícito que o conhecimento dos SI é essencial para criar empresas competitivas, gerenciar corporações globais e prover os clientes com produtos e serviços de valor [01]. Como a TI está redefinindo os fundamentos dos negócios, então o atendimento ao cliente, operações, estratégias de produto e de marketing e distribuição e até mesmo a gestão do conhecimento dependem muito, ou às vezes até totalmente, dos SI. A TI e seus custos passaram a fazer parte integrante do dia-a-dia das empresas.  nfim, para atender essa complexidade das necessidades empresariais, hoje, não se pode desconsiderar a TI e seus recursos disponíveis, sendo muito difícil elaborar SI essenciais da empresa sem envolver esta moderna tecnologia. Considerando esta síntese, este capítulo apresenta um panorama geral sobre as capacidades dos Sistemas e Tecnologias de Informação voltados para a Gestão Empresarial.</rdf:li>
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        <dc:publisher>Editora Komedi</dc:publisher>
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                <rdf:li language = "">O futuro do comércio eletrônico no comércio norte-americano e mundial, 2006-2011</rdf:li>
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                <nombreindex>Kenneth C.  Laudon</nombreindex>
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                <rdf:li language = "">A partir de 1995, o comércio eletrônico nos Estados Unidos transformou-se de nada em um canal de vendas de varejo online no valor de US$ 175 bilhões, em que mais de 110 milhões de norte-americanos fazem compras regularmente. E aí não está incluído o setor terciário online, composto por serviços financeiros, turísticos ou pessoais, como empregos, no qual os norte-americanos geram uma receita quase tão grande. Até 2006, o comércio eletrônico nos Estados Unidos ainda estava crescendo a uma taxa de aproximadamente 25% ao ano, e dá poucos sinais de retração nos próximos cinco anos. Neste trabalho, examinamos o crescimento do comércio eletrônico nos Estados Unidos nos próximos cinco anos. Começamos investigando as tendências globais nas transações comerciais B2C e B2B e o crescimento da audiência online, tanto em números quanto em sofisticação. Esta última vem a ser muito importante para o futuro do comércio eletrônico: embora a velocidade de crescimento da audiência online esteja diminuindo, à medida que a população online se aproxima da saturação, a crescente sofisticação desse público está criando os alicerces para um crescimento rápido e contínuo do comércio eletrônico. Na expectativa dos próximos cinco anos, examinamos o crescimento dos seguintes setores: mercadorias de varejo; serviços online; leilões, comunidades e portais; e conteúdo digital, como música e vídeo. Uma vez examinado o futuro do mercado norte-americano, fazemos uma comparação com as tendências do comércio eletrônico na Europa, na região Ásia- Pacífico e na América Latina. Por fim, concluímos com uma análise dos fatores que poderiam, potencialmente, retardar ou conter o crescimento do comércio eletrônico. Os principais fatores que ameaçam o futuro do comércio eletrônico, tanto nos Estados Unidos como no mundo, são a proliferação do crime pela Internet e as questões estruturais relativas à concepção da própria Internet.</rdf:li>
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        <dc:publisher>Editora Komedi</dc:publisher>
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                <rdf:li language = "">Gestão da inovação em sistemas organizacionais</rdf:li>
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                <nombreindex>Marco Antonio  Silveira</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Acher (CenPRA)/MCT</filiacion>
                <email>marco.silveira@cenpra.gov.br</email>
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                <rdf:li language = "">Os diferentes tipos de sistemas organizacionais – entre eles, empresas, instituições de  P&D, universidades e redes organizacionais – estão em contínua interação com seu ambiente, de onde importam os recursos para as suas atividades e para onde exportam os seus produtos, sejam esses bens tangíveis ou não. Uma vez que as características do ambiente de atuação dessas organizações mudam rápida e continuamente, é fundamental que mudanças internas apropriadas sejam conduzidas de forma contínua. Portanto, a gestão da inovação – aqui entendida como toda mudança benéfica para a organização – é condição fundamental para que as organizações possam reajustar o seu nível de  competitividade frente às demais forças competitivas presentes no seu ambiente e, assim, mantenham o sucesso ao longo do tempo. Neste capítulo é apresentado um modelo sistêmico para organizações de qualquer natureza, baseado na Teoria Geral de Sistemas-TGS, definindo uma estrutura de subsistemas que contempla os diversos requisitos necessários para a adequada gestão estratégica da inovação. O modelo apresentado considera as organizações sistemas hierárquicos em transformação, de natureza sociotécnica, e propõe uma estrutura com dois subsistemas de primeiro nível: “de negócios” e “da inovação”. A definição do sub-sistema da inovação contempla o seu objetivo global, componentes, estrutura de subsistemas (baseada na trilogia de Juran), ambiente, recursos, administração geral e administração das mudanças. As inovações são modeladas como mudanças de estado do sistema, adotando-se como variáveis de estado as características associadas à rede de processos implementados. O modelo enfatiza as competências organizacionais, definidas como capacidade para executar processos, tendo o propósito de apoiar o gerenciamento de inovações com enfoque sistêmico, pois isso aumenta a probabilidade de otimização da eficácia e da eficiência organizacionais. É apresentada ainda uma metodologia para gerenciar o processo de inovação nas  organizações, a qual integra as dimensões objetivas e subjetivas de uma mudança. Tendo como princípio o enfoque sistêmico, a metodologia prevê os seguintes quatro elementos a serem considerados na gestão da inovação: o estado-alvo do sistema organizacional, o  seu estado inicial, o processo de mudança em si e um conjunto de referências para a adequada condução desse processo.</rdf:li>
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                <rdf:li>Gestão da inovação</rdf:li>
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                <rdf:li language = "">O Benchmarking Industrial</rdf:li>
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                <nombreindex>João Carlos Pinto</nombreindex>
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                <nombreindex>Oscar  Salviano Silva Filho</nombreindex>
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                <email>oscar.salviano@cenpra.gov.br</email>
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                <nombreindex>Rosana  Baptista Haddad</nombreindex>
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                <rdf:li language = "">O Benchmarking Industrial é uma ferramenta direcionada às indústrias brasileiras de médio e grande portes para avaliar seu posicionamento competitivo em relação às concorrentes e às líderes mundiais. Sua metodologia foi desenvolvida a partir de um projeto de cooperação europeu e trazida ao Brasil pelo Instituto Euvaldo Lodi – IEL/SC, com o apoio da FINEP/MCT. Os resultados da aplicação do Benchmarking Industrial visam fortalecer e ampliar a sustentabilidade e a competitividade da indústria nacional. A difusão e aplicação dessa ferramenta são apoiadas por uma rede nacional de instituições multiplicadoras, da qual participa o Centro de Pesquisas Renato Archer – CenPRA, através de sua Divisão de Gestão Empresarial – DGE. A partir da experiência do CenPRA, esse trabalho visa apresentar a estrutura e a metodología utilizadas no modelo do Benchmarking Industrial, bem como alguns resultados esperados de sua aplicação. Para um melhor entendimento do funcionamento do modelo, também são discutidos alguns aspectos conceituais do processo de benchmarking. Conclusivamente, são feitos comentários sobre os resultados da aplicação do Benchmarking Industrial e a participação do CenPRA nesse processo.</rdf:li>
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        <dc:publisher>Editora Komedi</dc:publisher>
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                <rdf:li language = "">Tecnologia de Informação aplicada a Transportes e Logística Utilização no setor de Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil</rdf:li>
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                <nombreindex>Luiz Manoel  Aguilera</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Acher (CenPRA)/MCT</filiacion>
                <email>luiz.aguilera@cenpra.gov.br</email>
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                <nombreindex>Miguel Juan Bacic</nombreindex>
                <filiacion>Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas. IE/Unicamp</filiacion>
                <email>bacic@eco.unicamp.br</email>
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                <nombreindex>Adalberto  Panzan Júnior</nombreindex>
                <filiacion>Universidade do Transporte – UT</filiacion>
                <email>adalberto@micrologistica.com.br</email>
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                <rdf:li language = "">O presente artigo aborda o desenvolvimento das Tecnologias de Informação (TI) aplicadas às áreas de Transportes e Logística. Apresenta um panorama do desenvolvimento dessas tecnologias na Europa, Japão, EUA e a situação brasileira, utilizando-se de informações contidas em programas e projetos desenvolvidos pela OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econô-mico), assim como documentos de organizações nacionais voltadas a este tema. Posteriormente, o artigo mostra os resultados de um estudo setorial regional, realizado nas Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas em 2001, sobre a utilização de TI no Transporte Rodoviário de Cargas, que objetivou  averiguar o potencial de adequação das empresas de transporte a estas tecnologias. E finalmente mostra a evolução nos últimos cinco anos no uso dessas tecnologías em empresas brasileiras, por meio de uma atualização realizada em 2006, dos resultados do estudo setorial quanto à utilização das Tecnologias de Informação. Este trabalho de pesquisa é realizado pelo CenPRA (Centro de Pesquisa Renato Archer), Unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), no âmbito de uma cooperação com a Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP) e com a participação do Instituto de Economia (IE/Unicamp).</rdf:li>
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        <dc:publisher>Editora Komedi</dc:publisher>
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                <rdf:li language = "">Ontologia: A linguagem em comum</rdf:li>
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                <nombreindex>Olga  Nabuco</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA)/MCT</filiacion>
                <email>olga.nabuco@cenpra.gov.br</email>
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                <nombreindex>Mauro F. Koyama</nombreindex>
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                <nombreindex>Francisco Edeneziano D. Pereira</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA)/MCT</filiacion>
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                <rdf:li language = "">Em gerência de sistemas de informação o vocabulário utilizado pelas diferentes áreas de atuação deve ser mapeado de forma que possa ser possível extrair e guardar informação e conhecimento. Isso é fundamental para a operação integrada da empresa, tanto ao nível interno quanto ao nível de operação conjunta com outras empresas, numa cadeia de suprimentos ou de desenvolvimento. A evolução contínua da Internet, com o aumento de sua funcionalidade e interatividade requer o desenvolvimento de uma linguagem comum que permita a interoperatividade entre seus diversos sistemas e aplicativos. A mesma metodologia que está sendo usada para a evolução da Internet, gerando a chamada Web Semântica, também está sendo aplicada às empresas na forma do uso de ontologias. Uma ontologia provê conceituação às palavras, ela explicita o significado associado aos dados, por intermédio de modelos conceituais. Cada ontologia provê uma categorização, semelhante às “páginas amarelas”, associando taxonomias aos relacionamentos, restrições e regras existentes. Este capítulo irá apresentar a definição de ontologias, os conceitos necessários para seu uso em sistemas de informação e o estado atual da pesquisa e desenvolvimento de padrões para seu uso, em empresas e na Web Semântica.</rdf:li>
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        <dc:publisher>Editora Komedi</dc:publisher>
        <dc:contributor></dc:contributor>
        <dc:type>Research article</dc:type>
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                <rdf:li language = "">A importância da visibilidade da informação no desempenho da cadeia de suprimentos</rdf:li>
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                <nombreindex>Marcius Fabius  Henriques de Carvalho</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Acher (CenPRA)/MCT</filiacion>
                <email>marcius.carvalho@cenpra.gov.br</email>
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                <nombreindex>Ralph  Santos Silva</nombreindex>
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                <nombreindex>Carlos   Machado de Oliveira</nombreindex>
                <filiacion>Centro de Pesquisas Renato Acher (CenPRA)/MCT</filiacion>
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                <rdf:li language = "">Este capítulo discute a importância da informação para o desempenho da cadeia de suprimentos. Inicia pela evolução do sistema produtivo de uma empresa para um sistema multiempresas, movimento resultante da busca de competitividade para o produto final. Apresenta o conceito de cadeia de suprimentos e a influência do efeito chicote no desempenho do sistema com resultado na competitividade do produto final. A seguir discute a influência da informação sob dois aspectos: o da relação entre empresas parceiras e o da relação cliente final com a cadeia de suprimentos. Aponta que sistemas diferentes apresentam formas diferentes de gestão e, portanto, formas diferentes de tratar a informação para a tomada de decisão. Por fim, discute a influência da visibilidade da informação em dois cenários de produção: visibilidade da demanda ao longo do horizonte do tempo e da cadeia em sistemas determinísticos e visibilidade em sistemas com  demanda probabilística.</rdf:li>
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                <rdf:li>cadeia de suprimentos</rdf:li>
                <rdf:li>cooperação</rdf:li>
                <rdf:li>gestão da produção</rdf:li>
                <rdf:li>otimização da produção</rdf:li>
                <rdf:li>simulação de sistemas</rdf:li>
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        <dc:publisher>Editora Komedi</dc:publisher>
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        <dc:type>Research article</dc:type>
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